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Apresentações Comerciais - " Power Point de Carteirinha " |
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Escrito por Amauri
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Qui, 26 de Agosto de 2010 12:48 |
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O cronista da Revista Veja Claudio de Moura Castro escreveu o excelente artigo “Powerpoint com carteirinha” sobre a má utilização do PowerPoint. 
Porém, discordo quando escreveu “Não se contam histórias emocionantes com ele”. O Prof. Reinaldo Polito, Professor de oratória, palestrante e escritor, Mestre em ciências da comunicação diz "Seria difícil imaginar uma apresentação de boa qualidade sem o apoio dos recursos audiovisuais. Para que se tenha uma idéia da importância deles, basta dizer que se apresentarmos uma mensagem apenas oralmente, depois de três dias os ouvintes irão se lembrar apenas de 10% do que lhes foi transmitido. Entretanto, se essa mesma mensagem for apresentada com o auxílio de um visual, eles se lembrarão de 65% do que lhes foi comunicado"
Ao visitar nosso site (www.quickquality.com.br) você poderá conhecer um pouco melhor o nosso trabalho e ver alguns exemplos de empresas que fazem uso dos recursos audiovisuais ,com soluções de instalação de projetores , telas, sonorização, quadros interativos em suas salas de reuniões, auditórios e ambientes voltados ao desenvolvimento profissional, que aliam os recursos audiovisuais ao poder da apresentação criada em PowerPoint. A arte de transferir informações, treinar, vender e ampliar seus horizontes requer investimentos e dedicação pessoal, além de bons profissionais a nos transferir conhecimentos. Compartilhamos das mesmas premissas apontadas por você em seu artigo para a construção de uma boa apresentação. Porém, a culpa não é do veículo, mas sim das pessoas que não sabem fazer o seu melhor uso dele. |
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Caixas de embutir: cada vez melhores |
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Escrito por Amauri
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Ter, 03 de Agosto de 2010 00:59 |
02/03/2010, por Eduardo Bonjoch Elas são as queridinhas dos decoradores e arquitetos e, embora já tenham sido muito criticadas pelos instaladores, conquistaram seu espaço e o respeito dos profissionais de áudio e vídeo. São ainda imbatíveis na discrição, permitindo a instalação de um sistema 7.1 sem nenhuma caixa aparente. Além disso, estão disponíveis em várias opções de formatos (podem ser redondas, quadradas ou retangulares), cores e acabamentos (como plástico e alumínio).
Com a entrada dos fabricantes nacionais e a redução dos preços, o mercado de caixas de embutir está bem aquecido. “Nos últimos dois a três anos, os custos caíram de 20% a 30% e, hoje, o usuário que quer ocultar as caixas no ambiente encontra modelos para as mais diversas aplicações”, afirma O fabricante PROJEKT que possui uma linha completa de caixas embutidas.  Neste segmento, existem as caixas de parede, chamadas de in-wall, e de teto (in-ceiling). Quase todos os modelos atuais aceitam os dois tipos de posicionamento, embora a maioria dos projetistas/usuários prefira embutir as caixas no forro de gesso. Muito tradicional nas residências americanas, a instalação na parede é pouco explorada no Brasil. Motivo: a dificuldade de se encontrar paredes de dry-wall (gesso acartonado), que são ideais para receber os modelos in-wall.
Mas será que as caixas de embutir são todas iguais? A resposta é não. “Em primeiro lugar, não se pode esperar que as caixas de embutir apresentem o mesmo rendimento dos modelos tradicionais”, declara ele. “Por outro lado, se o forro de gesso estiver bem estruturado (medida que evita vibrações) e os canais posicionados corretamente, elas tocarão muito bem.”
As exigências também são diferentes. Em geral, as caixas de embutir são mais utilizadas em som ambiente e nos canais surround dos sistemas de home theater. “Caixas embutidas para som ambiente precisam ter elevada sensibilidade, para que possam tocar mais alto quando alimentadas por um receiver de potência reduzida”, diz Edson Kei, da loja paulistana Imagic. É comum aproveitar o receiver do próprio home theater para abastecer um par (ou até dois) de caixas de multiroom. E, nesse caso, contar com caixas de maior sensibilidade ajuda a aumentar o rendimento sonoro, inclusive nas áreas externas, como jardins e varandas. “Nos projetos em que existe um amplificador (ou receiver) exclusivo para o som ambiente, a preocupação com a sensibilidade não precisa ser tão intensa”, comenta Kei.  Quando assumem o papel de canais surround, os modelos de embutir precisam ter outras qualidades. “O mais importante é que acompanhem o mesmo timbre das caixas frontais”, resume Kei. Embora a maioria das caixas seja criada a partir de princípios técnicos semelhantes, o design, a construção e os componentes internos variam de acordo com o fabricante. Para que a reprodução do áudio seja sempre homogênea e agradável, todas devem ter a mesma sonoridade (ou timbre). Na dúvida, lembre-se que fica mais fácil preservar a “assinatura musical” do conjunto se todas as caixas forem da mesma marca e, de preferência, da mesma série.  Mas existem projetos em que o proprietário faz questão de deixar todas as caixas escondidas, inclusive as frontais. E foi pensando nesses casos que surgiram algumas caixas embutidas especiais, como as anguladas, pivotantes e motorizadas. “Graças a um ajuste mecânico, nossas caixas com painel frontal inclinado podem ser posicionadas no teto mantendo ângulos de 15o a 45o”, comenta José Augusto Furtado, da Loud, fabricante nacional de caixas embutidas. “Essa regulagem permite um melhor direcionamento do áudio para os ouvintes em salas de diferentes tamanhos. Em ambientes pequenos (um quarto ou cozinha, por exemplo), a caixa frontal angulada de embutir deve ficar bem inclinada, característica que deixa o som mais direcional.”  Nas pivotantes, o painel da caixa fica instalado no próprio forro de gesso. Nesse caso, quem se movimenta são os falantes. Em geral, o tweeter, mas o mercado ainda oferece modelos em que o woofer também pode ser direcionado para a posição de audição. E no topo da pirâmide estão as caixas motorizadas, que custam a partir de R$ 3.000 (o par) e são acionadas de forma elétrica. Várias marcas disputam o mercado de caixas de embutir no País. Entre as nacionais, aparecem marcas como Projekt, Loud e Absolute Acoustics. “Os fabricantes nacionais também têm oferecido produtos de boa qualidade”. Fixas tradicionais São indicadas para som ambiente e para os canais surround. Ao contrário do que acontece com as frontais, o som reproduzido pelas caixas traseiras não precisa chegar diretamente aos ouvidos dos espectadores. Deve apenas realçar a sensação de envolvimento no ambiente. Por isso, a dica é posicionar as caixas de embutir tradicionais no forro de gesso a cerca de 1m80 do piso e com os falantes voltados para baixo. Com painel angulado Graças ao painel frontal angulado, esses modelos de embutir conseguem direcionar melhor o som na área de audição. Podem, portanto, ser utilizados até nos canais frontais. Assim, os sons principais e os diálogos dos filmes são direcionados para os ouvidos dos espectadores sentados no sofá. Com tweeter pivotante Semelhantes às tradicionais, levam vantagem por oferecerem um tweeter móvel (pivotante). Com isso, é possível direcionar as altas freqüências para os ouvidos dos espectadores, característica que habilita o uso dessas caixas também nos canais frontais. Se for utilizá-las nos canais surround, procure direcionar o tweeter para as paredes, evitando que os sons secundários dos filmes sejam encaminhados diretamente para os ouvintes. Com tweeter e woofer móveis Lançadas pela Projekt, estas caixas possibilitam a movimentação simultânea de todo o conjunto – tweeter (sons graves) e woofer (graves e médios) – formando praticamente uma corneta. Podem também ser utilizadas nos canais frontais. Já na parte traseira da sala, o ideal é direcionar os falantes para as paredes, preservando o envolvimento surround. Motorizadas São as caixas de embutir mais sofisticadas. Ficam ocultas no teto até o momento em que o home theater é acionado. Quando isso acontece, as caixas motorizadas saem da moldura, projetando o áudio diretamente para a platéia (ângulo de até 45o). Marcas como Projekt apostam nesse tipo de solução.  Subwoofers de parede São a solução ideal para quem quer esconder todas as caixas do home theater. Recomenda-se que sejam instalados na parede de alvenaria (frontal ou lateral) a cerca de 35cm do piso e, de preferência, perto das caixas frontais. Já o posicionamento no teto é pouco indicado e requer a consultoria de um engenheiro acústico. A Boston Acoustics e a Projekt investem nessa área. A instalação das caixas de embutir é simples, mas exige o acompanhamento de um profissional especializado. Antes de fazer o forro de gesso, já procure deixar prontas as tubulações para a passagem dos cabos e da fiação das caixas. Deixar essa tarefa para depois só vai atrapalhar o trabalho do instalador, aumentando as chances do gesso quebrar durante as obras.
Concluído o forro de gesso (opte pelo acartonado, se seu orçamento permitir), o instalador começa, literalmente, a colocar a mão na massa. É hora de fazer os recortes das caixas no gesso, levando em conta os moldes disponibilizados pelos fabricantes. “As caixas fixas tradicionais e pivotantes exigem em recuo de 15cm no gesso”, diz o projetista Edson Kei. “Já as motorizadas e com painel angulado necessitam de, em média, 20cm.” Por fim, basta instalar a caixa, que ficará firme no gesso graças às travas com molas e parafusos.
Entre os subwoofers de parede, o procedimento é outro. “Nosso modelo pede um recorte de 37cm (largura e altura) por 12cm de profundidade, que deve ser aberto na alvenaria a cerca de 35cm do piso”, declara Roberto Molnar, da Projekt. “Feito isso, é só acomodar o sub, que fica preso à parede com a ajuda de oito parafusos e vai ocupar um espaço um pouco maior na parede –não podemos nos esquecer da tela. Sugerimos também o uso de uma fita adesiva entre a alvenaria e os parafusos, medida que ajuda a evitar vibrações.” |
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Última atualização em Ter, 03 de Agosto de 2010 01:10 |
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Um guia para comprar (bem) suas caixas acústicas |
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Escrito por null null
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Ter, 03 de Agosto de 2010 00:46 |
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Um guia para comprar (bem) suas caixas acústicas
Som agradável aos ouvidos, com graves, médios e agudos
equilibrados, sem provocar cansaço auditivo;
· Identificação clara dos sons dos filmes (diálogos, música e
efeitos);
· Envolvimento sonoro, como se o ouvinte fosse transportado para
dentro da cena;
· Pouca ou nenhuma distorção quando o volume aumenta de
repente (numa explosão, por exemplo);
· Graves precisos, não abafados, se espalhando pela sala de modo
uniforme e realçando o impacto dos efeitos sonoros;
As características acima são o sonho de todo usuário de caixas
acústicas. Mas, se você não pode (ou não pretende) investir em
caixas de padrão high-end; nem quer se arriscar com modelos
compactos e/ou baratos demais, as caixas bookshelf podem ser a
solução que você procura. Em geral, elas se dão bem na maioria
dos ambientes: ocupam pouco espaço e podem proporcionar uma
qualidade de áudio bem próxima das caixas torre – que são, ainda,
a melhor referência no assunto. OS SISTEMAS DE HOME THEATERS JÁ VEM COM AS CAIXAS
COMBINANDO COM DVD E RECEIVER
Hoje em dia, há uma forte tentação de se procurar os sistemas
integrados de home theater, que vêm com 5 ou 7 caixas já
combinando com o DVD e o receiver. Mas, em geral, seu
desempenho não se compara ao das caixas escolhidas a dedo para
o ambiente. Cada sala possui características específicas, e cada
usuário tem seu gosto, de modo que para ter um ótimo sistema é
preciso harmonizar os diversos componentes.
A IMPORTÂNCIA DO ACABAMENTO
Medindo entre 22 e 60cm de altura, as caixas bookshelf têm esse
nome porque são desenhadas para caber em móveis ou estantes –
embora, na maioria dos casos, seu desempenho cresça quando
montadas em pedestais. Antes da escolha, é recomendável
examinar a caixa acústica visualmente. Acabamento, tipo de
construção, materiais empregados, tudo isso conta muito. Mostra o
cuidado do fabricante.
O gabinete de madeira (ou pelo menos em MDF) indica capricho no
projeto da caixa, pois sabe-se que esse material continua
insubstituível na reprodução sonora. Recentemente, alguns
fabricantes passaram a utilizar plástico ABS de alta rigidez, para
modelos bookshelf e até os do tipo torre, e vêm conseguindo
melhorar o desempenho. O diâmetro e o acabamento do alto-
falante de graves (woofer) mostram se a caixa tem condições de
produzir graves firmes e controlados. Quanto melhor o acabamento
dos falantes, melhor o padrão da caixa. Rigidez e firmeza dos
conectores são outros pontos que devem ser levados em conta.
POTÊNCIA NÃO É TUDO
A maioria das caixas bookshelf à venda no Brasil aceita potências
entre 70W e 125W, o que dá conta de uma sala de tamanho médio
(até 30m2). Mas a potência é apenas um parâmetro, que deve ser
casado com a potência de saída do receiver (ou amplificador). Se a
especificação diz que a potência admissível da caixa é de 100W, ela
não deve ser usada com um receiver que libere muito mais do que
isso em cada canal, o que provocaria distorções no som e até a
queima dos falantes.
ONDE COLOCAR RACK E PEDESTAL ?
Regra geral, caixas bookshelf devem ficar a uma altura de
aproximadamente 1m20 do chão, de preferência montadas sobre
pedestais firmes, pois estes absorvem as vibrações dos alto-
falantes (alguns fabricantes de caixas produzem também os
pedestais, já desenhados para acompanhá-las). Caso não haja
espaço para isso, as caixas podem ser instaladas em nichos no
móvel, ou sobre o rack que acomoda os demais aparelhos. Neste
caso, é bom observar a rigidez do rack, que precisa suportar com
folga o peso de todos os equipamentos. Importante, em qualquer
caso, é que a caixa não fique “espremida” no móvel, entre livros e
outros objetos que abafem e/ou dificultem a dispersão do som;
deixe livres pelo menos 10cm de cada lado da caixa.
EM BUSCA DA POSIÇÃO CERTA
Independente de adotar rack ou pedestal, você deve observar bem
as distâncias entre as caixas acústicas de seu home theater para
obter delas o melhor rendimento. Um sistema básico (5.1 canais) é
composto de cinco caixas mais subwoofer. O posicionamento
correto exige uma distância de pelo menos 2 metros entre as
caixas frontais direita e esquerda, com a central colocada
exatamente no meio das duas, junto ao TV. Essas três caixas
reproduzem os sons mais importantes do filme, que são
direcionados para a área central do ambiente. O mau
posicionamento implica em perda significativa do chamado palco
sonoro, que é o que dá a sensação de envolvimento.
O POSICIONAMENTO CORRETO DA CAIXA NA SALA É QUE IRÁ
DEFINIR O SEU DESEMPENHO
A mesma noção de posicionamento vale para as caixas traseiras,
mas com uma diferença: estas servem para dar a ambientação dos
efeitos surround dos filmes, que são mais difusos do que os sons
principais, concentrados na área frontal da sala. Por isso, em
alguns casos admite-se que as caixas surround fiquem em posição
mais alta (a 1m60 do piso), ou até nas paredes laterais (caso dos
modelos chamados dipolares).
NÃO SE ENGANE COM OS NÚMEROS
Como no caso da potência, as especificações fornecidas pelos
fabricantes servem apenas de referência sobre o desempenho de
uma caixa acústica. Mas devem ser lidas com cuidado. A mais
importante especificação é a chamada resposta de freqüência, que
determina a variedade de sons (graves, médios e agudos) que a
caixa é capaz de reproduzir. No caso das bookshelf, essa variação
fica na faixa entre 40Hz e 20kHz (ou 20.000Hz), que teoricamente
é o som mais agudo que o ouvido humano consegue captar. Só
que, na prática, raríssimas caixas cobrem toda essa gama de
freqüências. Na especificação, o fabricante deve informar qual foi o
nível de distorção medido durante os testes. Admite-se até 3dB de
distorção (para mais ou para menos), ou seja, o som emitido pela
caixa baixou no máximo 3 decibéis ao atingir as extremidades do
espectro sonoro. Isso significa que a reprodução foi homogênea:
não houve grandes variações na reprodução dos graves, nem dos
médios e dos agudos.
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Caixas acústicas à prova de tempo |
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Escrito por null null
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Ter, 03 de Agosto de 2010 00:29 |
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Caixas acústicas à prova de tempo
Áreas externas das casas e dos prédios de apartamento são cada
vez mais usadas para o lazer dos moradores. E boa parte deles
está descobrindo os benefícios da sonorização desses ambientes.
Varandas, churrasqueiras e espaços de convivência, assim como
piscinas e quadras esportivas, podem se tornar bem mais
agradáveis com o uso de musica ambiente.
Essa tendência pode ser confirmada após uma rápida consulta aos
projetos publicados na seção “ambiente”, da revista HOME
THEATER & CASA DIGITAL, é na seção “Projetos” deste site.
“Vivemos num País tropical, característica que combina com a
distribuição de caixas acústicas por vários ambientes, inclusive
áreas externas”.
Mas, obter um bom rendimento sonoro em espaços abertos e
sujeitos a variações climáticas não é uma tarefa simples. Em
primeiro lugar, áreas externas exigem o uso das caixas acústicas
chamadas outdoor (ou all-weather). Disponíveis em vários
formatos, tamanhos e cores, esses modelos são produzidos para
suportar variações climáticas, que incluem sol, chuva, vento, calor
e frio. E nem todas as caixas externas são iguais. “Nas varandas ou nas
áreas cobertas por laje, telhado ou forro de gesso, costumo sugerir
o uso de modelos de embutir”, de fabricação nacional. “São
modelos indicados para áreas com pé-direito entre 2m80 e 3m.
Como existe uma grande dispersão sonora em áreas abertas,
convém manter uma distância de, no máximo, 3 metros entre cada
caixa externa de embutir.”
A instalação é simples e segue os mesmos passos de um projeto de
home theater com caixas embutidas. De qualquer forma, o
acompanhamento de um profissional especializado é indispensável.
Depois de dimensionar o número de caixas e o local exato onde
serão colocadas, chega o momento de fazer os recortes no gesso
ou na alvenaria (menos comum), levando em conta os moldes
disponibilizados pelos fabricantes. Procure preencher o espaço
entre a caixa e o forro com lã-de-rocha, material com propriedades
acústicas (capaz de evitar vibrações). Molas e parafusos garantem
o correto travamento das caixas de embutir, que, em geral, exigem
um recuo no gesso de até 15cm.
Em certos projetos, melhor do que embutir as caixas é optar por
modelos compactos totalmente selados, suspensos com a ajuda de
suportes. Mas não são caixas convencionais, pois estas não
resistiriam às constantes mudanças climáticas. Nesse caso, o
gabinete, por exemplo, deve ser feito de material rígido e
resistente à ação do tempo. Em geral, é usado um plástico de
polipropileno durável, ou uma variação desse, o chamado ABS, que
suporta bem as vibrações e é projetado para resistir às diferentes
situações meteorológicas. Já as caixas de plástico recebem resina
resistente a raios ultra-violeta (UV). E vale a dica: os gabinetes de
madeira não são indicados em locais sujeitos a chuva e umidade.
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Última atualização em Ter, 03 de Agosto de 2010 00:33 |
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